Neste domingo, 5 de fevereiro, celebra-se o Dia Nacional da Mamografia, estudo radiológico das mamas. Segundo pesquisas realizadas pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer), mais de 52 mil novos casos de câncer de mama serão diagnosticados em 2012. Estudos apontam que as taxas de mortalidade pela doença continuam elevadas, muito provavelmente porque o diagnóstico ainda é mais comum em estágios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%.
Com objetivo de conscientizar as mulheres sobre a importância da mamografia, que detecta a doença em seu estágio inicial, foi criado em 2008 o Dia Nacional da Mamografia, afinal o câncer de mama é o segundo tipo mais frequente da doença no mundo (atrás do câncer de pulmão).
A data tem o objetivo de chamar a atenção e conscientizar as mulheres da importância do exame. O direito à mamografia pelo SUS (Sistema Único de Saúde) está previsto em lei, e as chances de cura do câncer de mama são de 95%, quando diagnosticado na fase inicial.
Apesar das campanhas, apenas cerca de 30% das mulheres fazem o exame. Por isso, fundamental que as mulheres se conscientizem de que este é um exame que pode salvar vidas.
Uma auditoria feita pelo Ministério da Saúde, em maio de 2011, detectou que 85% dos mais de 1,5 mil mamógrafos existentes na rede pública estão em funcionamento, número duas vezes maior que o necessário para cobrir toda a população brasileira.
A data para lembrar o Dia Nacional da Mamografia foi escolhida por ser o dia dedicado à Santa Ágata, considerada protetora contra as doenças da mama e padroeira dos mastologistas. A mamografia deve ser feita a cada dois anos por mulheres com mais de 50 anos de idade.
A Lei da Mamografia (Lei 11.664), de 2009, dá direito à mulher, a partir dos 40 anos de idade, a fazer exame gratuito, segundo recomendação médica.
Dia Municipal da Mamografia
Em 2006, preocupada com o diagnóstico tardio do câncer de mama, que muitas vezes impossibilita o tratamento mais correto desta doença que atinge milhares de mulheres, a Vereadora Dalva Berto criou o Dia Municipal da Mamografia, em todo 7 de março.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
4 de fevereiro - Dia Mundial de Combate ao Câncer
4 de fevereiro é o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Datas como esta, servem para orientar, informar e conscientizar as pessoas sobre uma doença que infelizmente pode atingir qualquer um. Por isso, são tão importantes as consultas de rotina e os exames preventivos.
Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil ocorrerão a cada ano mais de 400 mil novos casos de câncer. Os tipos mais incidentes, à exceção do câncer de pele não melanoma, serão os de próstata e pulmão no sexo masculino e mama e colo do útero no sexo feminino.
A maioria dos cânceres que estão relacionados à dieta podem ser prevenidos, assim como pode ser prevenida a totalidade dos cânceres causados por tabagismo e pelo uso de bebida alcóolica.
Exames específicos conduzidos regularmente por profissionais de saúde também são importantes quando o assunto é prevenção. Nesses exames simples podem ser detectados câncer de mama, de colo de útero, reto, próstata, testículo, língua, boca e pele, entre outros.
A Vereadora Dalva, por seu trabalho junto às mulheres, tem grande preocupação com os tipo de câncer que as atingem. Por isso, redigiu dois Projetos de Lei que, sancionados, podem ajudar a salvar vidas. São eles:
Dia Municipal da Mamografia
Em 2006, preocupada com o diagnóstico tardio do câncer de mama, que muitas vezes impossibilita o tratamento mais correto desta doença que atinge milhares de mulheres, a Vereadora criou o Dia Municipal da Mamografia, em todo 7 de março.
Semana da Saúde da Mulher
Ainda dentro da questão da saúde da mulher, Dalva Berto criou a Semana da Saúde da Mulher, que acontece a cada ano, no mês de março. E também implantou o Programa de Saúde da Gestante e do Recém Nascido. A mulher valinhense merece saúde de qualidade.
Saiba mais sobre os Cânceres de Mama e de Colo do Útero:
Câncer de Mama:
O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma desordenada. A maioria dos cânceres de mama acomete as células dos ductos das mamas.
Fatores de risco para o câncer de mama:
Idade:
O câncer de mama é mais comum em mulheres acima de 50 anos. Quanto maior a idade maior a chance de ter este câncer. Mulheres com menos de 20 anos raramente têm este tipo de câncer.
Exposição excessiva a hormônios:
Terapia de reposição hormonal (hormônios usados para combater os sintomas da menopausa) que contenham os hormônios femininos estrogênio e progesterona aumentam o risco de câncer de mama. Não tomar ou parar de tomar estes hormônios é uma decisão que a mulher deve tomar com o seu médico, pesando os riscos e benefícios desta medicação.
Anticoncepcional oral (pílula) tomado por muitos anos também pode aumentar este risco.
Retirar os ovários cirurgicamente diminui o risco de desenvolver o câncer de mama porque diminui a produção de estrogênio (menopausa cirúrgica).
Algumas medicações "bloqueiam" a ação do estrogênio e são usadas em algumas mulheres que tem um risco muito aumentado de desenvolver este tipo de câncer. Usar estas medicações (como o Tamoxifen) é uma decisão tomada junto com o médico avaliando os risco e benefícios destas medicações.
Radiação:
Faz parte do tratamento de algumas doenças irradiar a região do tórax. Antigamente muitas doenças benignas se tratavam com irradiação. Hoje, este procedimento é praticamente restrito ao tratamento de tumores. Pessoas que necessitaram irradiar a região do tórax ou das mamas têm um maior risco de desenvolver câncer de mama.
Dieta:
Ingerir bebida alcoólica em excesso está associado a um discreto aumento de desenvolver câncer de mama. A associação com a bebida de álcool é proporcional ao que se ingere, ou seja, quanto mais se bebe maior o risco de ter este câncer. Tomar menos de uma dose de bebida alcoólica por dia ajuda a prevenir este tipo de câncer (um cálice de vinho, uma garrafa pequena de cerveja ou uma dose de uísque são exemplos de uma dose de bebida alcoólica).Se beber, portanto, tomar menos que uma dose por dia.
Mulheres obesas têm mais chance de desenvolver câncer de mama, principalmente quando este aumento de peso se dá após a menopausa ou após os 60 anos. Manter-se dentro do peso ideal (veja o cálculo de IMC neste site), principalmente após a menopausa diminui o risco deste tipo de câncer.
Seguir uma dieta saudável, rica em alimentos de origem vegetal com frutas, verduras e legumes e pobre em gordura animal pode diminuir o risco de ter este tipo de câncer. Apesar dos estudos não serem completamente conclusivos sobre este fator de proteção, aderir a um estilo de vida saudável, que inclui este tipo de alimentação, diminui o risco de muitos cânceres, inclusive o câncer de mama.
Exercício físico:
Exercício físico normalmente diminui a quantidade de hormônio feminino circulante. Como este tipo de tumor está associado a esse hormônio, fazer exercício regularmente diminui o risco de ter câncer de mama, principalmente em mulheres que fazem ou fizeram exercício regular quando jovens.
História ginecológica:
Não ter filhos ou engravidar pela primeira vez tarde (após os 35 anos) é fator de risco para o câncer de mama.
Menstruar muito cedo (com 11 anos, ou antes) ou parar de menstruar muito tarde expõe a mulher mais tempo aos hormônios femininos e por isso aumenta o risco deste câncer.
Amamentar, principalmente por um tempo longo, um ano ou mais somado todos os períodos de amamentação, pode diminuir o risco do câncer de mama
História familiar:
Mulheres que têm parentes de primeiro grau, mães, irmãs ou filhas, com câncer de mama, principalmente se elas tiverem este câncer antes da menopausa, são grupo de risco para desenvolver este câncer.
Apesar de raro, homens também podem ter câncer de mama e ter um parente de primeiro grau, como o pai, com este diagnóstico também eleva o risco familiar para o câncer de mama.
Pessoas deste grupo de risco devem se aconselhar com o seu médico para definir a necessidade de fazer exames para identificar genes que possam estar presentes nestas famílias. Se detectado um maior risco genético, o médico pode propor algumas medidas para diminuir estes riscos. Algumas medidas podem ser bem radicais ou ter efeitos colaterais importantes. Retirar as mamas e tomar Tamoxifen são exemplos destas medidas. A indicação destes procedimentos e a discussão dos prós e contras é individual e deve ser tomada junto com um médico muito experiente nestes casos.
Alterações nas mamas:
Ter tido um câncer de mama prévio é um dos maiores fatores de risco para este tipo de câncer. Manter-se dentro do peso ideal, fazer exercício físico, seguir corretamente as recomendações do seu médico e fazer os exames de revisão anuais são medidas importantes para diminuir a volta do tumor ou ter um segundo tumor de mama.
Ter feito biópsias mesmo que para condições benignas está associado a um maior risco de ter câncer de mama.
Mamas densas na mamografia está associado a um maior risco para este tumor. É muito importante que a mamografia seja feita em um serviço qualificado e que o exame seja comparado com exames anteriores.
Sintomas do câncer de mama:
O câncer de mama normalmente não dói. A mulher pode sentir um nódulo (ou caroço) que anteriormente ela não sentia. Isso deve fazer ela procurar o seu médico. O médico vai palpar as mamas, as axilas e a região do pescoço e clavículas e se sentir um nódulo na mama pedirá uma mamografia.
A mulher também pode notar uma deformidade na suas mamas, ou as mamas podem estar assimétricas. Ou ainda pode notar uma retração na pele ou um líquido sanguinolento saindo pelo mamilo. Nos casos mais adiantados pode aparecer uma "ferida" (ulceração) na pele com odor muito desagradável.
No caso de carcinoma inflamatório a mama pode aumentar rapidamente de volume, ficando quente e vermelha.
Na maioria dos casos, a mulher é a responsável pela primeira suspeita de um câncer. É fundamental que ela conheça as suas mamas e saiba quando alguma coisa anormal está acontecendo. As mamas se modificam ao longo do ciclo menstrual e ao longo da vida. Porém, alterações agudas e sintomas como os relacionados acima devem fazer a mulher procurar o seu médico rapidamente. Só ele pode dizer se estas alterações podem ou não ser um câncer.
Como se faz o diagnóstico de câncer de mama:
A mamografia é um raio X das mamas. Este exame também é feito para detecção precoce do câncer quando a mulher faz o exame mesmo sem ter nenhum sintoma. Caso a mama seja muito densa, o médico também vai pedir uma ecografia das mamas.
Se a mamografia mostra uma lesão suspeita, o médico indicará uma biópsia que pode ser feita por agulha fina ou por agulha grossa. Geralmente, esta biópsia é feita com a ajuda de uma ecografia para localizar bem o nódulo que será coletado o material, se o nódulo não for facilmente palpável. Após a coleta, o material é examinado por um patologista (exame anátomo-patológico) que definirá se esta lesão pode ser um câncer ou não.
Detecção precoce do câncer de mama:
O exame de palpação realizado pelo médico e a mamografia são os exames realizados para uma detecção precoce desse tipo de câncer.
Câncer de Colo de Útero
O câncer de colo uterino é o câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, correspondendo a, aproximadamente, 24% de todos os cânceres.
É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode não ter sintomas.
O que é o colo do útero?
O colo é a parte inferior do útero que o conecta à vagina. O colo produz muco que durante uma relação sexual ajuda o esperma a mover-se da vagina para o útero. Na menstruação o sangue flui do útero através do colo até a vagina, de onde sai do corpo. No período de gravidez o colo fica completamente fechado. Durante o parto o colo se abre e o bebê passa através dele até a vagina.
O que se sente quando se tem o câncer de colo do útero?
O quadro clínico de pacientes portadoras de câncer de colo do útero pode variar desde ausência de sintomas (tumor detectado no exame ginecológico periódico) até quadros de sangramento vaginal após a relação sexual, sangramento vaginal intermitente (sangra de vez em quando), secreção vaginal de odor fétido e dor abdominal associada com queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados da doença.
Como o médico faz o diagnóstico do câncer de colo do útero?
O diagnóstico é, predominantemente, clínico. A coleta periódica do exame citopatológico do colo do útero (também chamado de exame pré-câncer ou Papanicolau) possibilita o diagnóstico precoce, tanto das formas pré-invasoras (NIC), como do câncer propriamente dito. No exame ginecológico rotineiro, além da coleta do citopatológico, é realizado o Teste de Schiller (coloca-se no colo do útero uma solução iodada) para detectar áreas não coradas, suspeitas. A colposcopia (exame em que se visualiza o colo do útero com lente de aumento de 10 vezes ou mais) auxilia na avaliação de lesões suspeitas ao exame rotineiro, e permite a realização de biópsia dirigida (coleta de pequena porção de colo do útero), fundamental para o diagnóstico de câncer.
O que é Papanicolau?
Papanicolau é um teste que examina as células coletadas do colo do útero. O objetivo do exame é detectar células cancerosas ou anormais. O Exame pode também identificar condições não cancerosas como infecção ou inflamação. O nome do teste refere-se ao nome do seu criador, o médico greco-americano George Papanicolaou
Com que freqüência deve ser feito o Papanicolau?
Toda mulher deve fazer o exame preventivo de câncer de colo do útero (Papanicolau) a partir da primeira relação sexual ou após os 18 anos. Este exame deve ser feito anualmente ou, com menor freqüência, a critério do médico.
Mulheres mais velhas normalmente deixam de fazer esse exame porque deixam de se consultar, ou mesmo por orientação do médico. A partir dos 65 anos, as mulheres que tiveram exames normais nos últimos 10 anos devem conversar com seu médico sobre a possibilidade de parar de realizar o exame regularmente.
Mulheres que realizaram histerectomia (cirurgia para retirada do útero) com a retirada do colo além do útero, não necessitam fazer o exame, a menos que a cirurgia tenha sido feita para o tratamento de câncer ou de lesão pré-maligna.
Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil ocorrerão a cada ano mais de 400 mil novos casos de câncer. Os tipos mais incidentes, à exceção do câncer de pele não melanoma, serão os de próstata e pulmão no sexo masculino e mama e colo do útero no sexo feminino.
A maioria dos cânceres que estão relacionados à dieta podem ser prevenidos, assim como pode ser prevenida a totalidade dos cânceres causados por tabagismo e pelo uso de bebida alcóolica.
Exames específicos conduzidos regularmente por profissionais de saúde também são importantes quando o assunto é prevenção. Nesses exames simples podem ser detectados câncer de mama, de colo de útero, reto, próstata, testículo, língua, boca e pele, entre outros.
A Vereadora Dalva, por seu trabalho junto às mulheres, tem grande preocupação com os tipo de câncer que as atingem. Por isso, redigiu dois Projetos de Lei que, sancionados, podem ajudar a salvar vidas. São eles:
Dia Municipal da Mamografia
Em 2006, preocupada com o diagnóstico tardio do câncer de mama, que muitas vezes impossibilita o tratamento mais correto desta doença que atinge milhares de mulheres, a Vereadora criou o Dia Municipal da Mamografia, em todo 7 de março.
Semana da Saúde da Mulher
Ainda dentro da questão da saúde da mulher, Dalva Berto criou a Semana da Saúde da Mulher, que acontece a cada ano, no mês de março. E também implantou o Programa de Saúde da Gestante e do Recém Nascido. A mulher valinhense merece saúde de qualidade.
Saiba mais sobre os Cânceres de Mama e de Colo do Útero:
Câncer de Mama:
O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma desordenada. A maioria dos cânceres de mama acomete as células dos ductos das mamas.
Fatores de risco para o câncer de mama:
Idade:
O câncer de mama é mais comum em mulheres acima de 50 anos. Quanto maior a idade maior a chance de ter este câncer. Mulheres com menos de 20 anos raramente têm este tipo de câncer.
Exposição excessiva a hormônios:
Terapia de reposição hormonal (hormônios usados para combater os sintomas da menopausa) que contenham os hormônios femininos estrogênio e progesterona aumentam o risco de câncer de mama. Não tomar ou parar de tomar estes hormônios é uma decisão que a mulher deve tomar com o seu médico, pesando os riscos e benefícios desta medicação.
Anticoncepcional oral (pílula) tomado por muitos anos também pode aumentar este risco.
Retirar os ovários cirurgicamente diminui o risco de desenvolver o câncer de mama porque diminui a produção de estrogênio (menopausa cirúrgica).
Algumas medicações "bloqueiam" a ação do estrogênio e são usadas em algumas mulheres que tem um risco muito aumentado de desenvolver este tipo de câncer. Usar estas medicações (como o Tamoxifen) é uma decisão tomada junto com o médico avaliando os risco e benefícios destas medicações.
Radiação:
Faz parte do tratamento de algumas doenças irradiar a região do tórax. Antigamente muitas doenças benignas se tratavam com irradiação. Hoje, este procedimento é praticamente restrito ao tratamento de tumores. Pessoas que necessitaram irradiar a região do tórax ou das mamas têm um maior risco de desenvolver câncer de mama.
Dieta:
Ingerir bebida alcoólica em excesso está associado a um discreto aumento de desenvolver câncer de mama. A associação com a bebida de álcool é proporcional ao que se ingere, ou seja, quanto mais se bebe maior o risco de ter este câncer. Tomar menos de uma dose de bebida alcoólica por dia ajuda a prevenir este tipo de câncer (um cálice de vinho, uma garrafa pequena de cerveja ou uma dose de uísque são exemplos de uma dose de bebida alcoólica).Se beber, portanto, tomar menos que uma dose por dia.
Mulheres obesas têm mais chance de desenvolver câncer de mama, principalmente quando este aumento de peso se dá após a menopausa ou após os 60 anos. Manter-se dentro do peso ideal (veja o cálculo de IMC neste site), principalmente após a menopausa diminui o risco deste tipo de câncer.
Seguir uma dieta saudável, rica em alimentos de origem vegetal com frutas, verduras e legumes e pobre em gordura animal pode diminuir o risco de ter este tipo de câncer. Apesar dos estudos não serem completamente conclusivos sobre este fator de proteção, aderir a um estilo de vida saudável, que inclui este tipo de alimentação, diminui o risco de muitos cânceres, inclusive o câncer de mama.
Exercício físico:
Exercício físico normalmente diminui a quantidade de hormônio feminino circulante. Como este tipo de tumor está associado a esse hormônio, fazer exercício regularmente diminui o risco de ter câncer de mama, principalmente em mulheres que fazem ou fizeram exercício regular quando jovens.
História ginecológica:
Não ter filhos ou engravidar pela primeira vez tarde (após os 35 anos) é fator de risco para o câncer de mama.
Menstruar muito cedo (com 11 anos, ou antes) ou parar de menstruar muito tarde expõe a mulher mais tempo aos hormônios femininos e por isso aumenta o risco deste câncer.
Amamentar, principalmente por um tempo longo, um ano ou mais somado todos os períodos de amamentação, pode diminuir o risco do câncer de mama
História familiar:
Mulheres que têm parentes de primeiro grau, mães, irmãs ou filhas, com câncer de mama, principalmente se elas tiverem este câncer antes da menopausa, são grupo de risco para desenvolver este câncer.
Apesar de raro, homens também podem ter câncer de mama e ter um parente de primeiro grau, como o pai, com este diagnóstico também eleva o risco familiar para o câncer de mama.
Pessoas deste grupo de risco devem se aconselhar com o seu médico para definir a necessidade de fazer exames para identificar genes que possam estar presentes nestas famílias. Se detectado um maior risco genético, o médico pode propor algumas medidas para diminuir estes riscos. Algumas medidas podem ser bem radicais ou ter efeitos colaterais importantes. Retirar as mamas e tomar Tamoxifen são exemplos destas medidas. A indicação destes procedimentos e a discussão dos prós e contras é individual e deve ser tomada junto com um médico muito experiente nestes casos.
Alterações nas mamas:
Ter tido um câncer de mama prévio é um dos maiores fatores de risco para este tipo de câncer. Manter-se dentro do peso ideal, fazer exercício físico, seguir corretamente as recomendações do seu médico e fazer os exames de revisão anuais são medidas importantes para diminuir a volta do tumor ou ter um segundo tumor de mama.
Ter feito biópsias mesmo que para condições benignas está associado a um maior risco de ter câncer de mama.
Mamas densas na mamografia está associado a um maior risco para este tumor. É muito importante que a mamografia seja feita em um serviço qualificado e que o exame seja comparado com exames anteriores.
Sintomas do câncer de mama:
O câncer de mama normalmente não dói. A mulher pode sentir um nódulo (ou caroço) que anteriormente ela não sentia. Isso deve fazer ela procurar o seu médico. O médico vai palpar as mamas, as axilas e a região do pescoço e clavículas e se sentir um nódulo na mama pedirá uma mamografia.
A mulher também pode notar uma deformidade na suas mamas, ou as mamas podem estar assimétricas. Ou ainda pode notar uma retração na pele ou um líquido sanguinolento saindo pelo mamilo. Nos casos mais adiantados pode aparecer uma "ferida" (ulceração) na pele com odor muito desagradável.
No caso de carcinoma inflamatório a mama pode aumentar rapidamente de volume, ficando quente e vermelha.
Na maioria dos casos, a mulher é a responsável pela primeira suspeita de um câncer. É fundamental que ela conheça as suas mamas e saiba quando alguma coisa anormal está acontecendo. As mamas se modificam ao longo do ciclo menstrual e ao longo da vida. Porém, alterações agudas e sintomas como os relacionados acima devem fazer a mulher procurar o seu médico rapidamente. Só ele pode dizer se estas alterações podem ou não ser um câncer.
Como se faz o diagnóstico de câncer de mama:
A mamografia é um raio X das mamas. Este exame também é feito para detecção precoce do câncer quando a mulher faz o exame mesmo sem ter nenhum sintoma. Caso a mama seja muito densa, o médico também vai pedir uma ecografia das mamas.
Se a mamografia mostra uma lesão suspeita, o médico indicará uma biópsia que pode ser feita por agulha fina ou por agulha grossa. Geralmente, esta biópsia é feita com a ajuda de uma ecografia para localizar bem o nódulo que será coletado o material, se o nódulo não for facilmente palpável. Após a coleta, o material é examinado por um patologista (exame anátomo-patológico) que definirá se esta lesão pode ser um câncer ou não.
Detecção precoce do câncer de mama:
O exame de palpação realizado pelo médico e a mamografia são os exames realizados para uma detecção precoce desse tipo de câncer.
Câncer de Colo de Útero
O câncer de colo uterino é o câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, correspondendo a, aproximadamente, 24% de todos os cânceres.
É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode não ter sintomas.
O que é o colo do útero?
O colo é a parte inferior do útero que o conecta à vagina. O colo produz muco que durante uma relação sexual ajuda o esperma a mover-se da vagina para o útero. Na menstruação o sangue flui do útero através do colo até a vagina, de onde sai do corpo. No período de gravidez o colo fica completamente fechado. Durante o parto o colo se abre e o bebê passa através dele até a vagina.
O que se sente quando se tem o câncer de colo do útero?
O quadro clínico de pacientes portadoras de câncer de colo do útero pode variar desde ausência de sintomas (tumor detectado no exame ginecológico periódico) até quadros de sangramento vaginal após a relação sexual, sangramento vaginal intermitente (sangra de vez em quando), secreção vaginal de odor fétido e dor abdominal associada com queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados da doença.
Como o médico faz o diagnóstico do câncer de colo do útero?
O diagnóstico é, predominantemente, clínico. A coleta periódica do exame citopatológico do colo do útero (também chamado de exame pré-câncer ou Papanicolau) possibilita o diagnóstico precoce, tanto das formas pré-invasoras (NIC), como do câncer propriamente dito. No exame ginecológico rotineiro, além da coleta do citopatológico, é realizado o Teste de Schiller (coloca-se no colo do útero uma solução iodada) para detectar áreas não coradas, suspeitas. A colposcopia (exame em que se visualiza o colo do útero com lente de aumento de 10 vezes ou mais) auxilia na avaliação de lesões suspeitas ao exame rotineiro, e permite a realização de biópsia dirigida (coleta de pequena porção de colo do útero), fundamental para o diagnóstico de câncer.
O que é Papanicolau?
Papanicolau é um teste que examina as células coletadas do colo do útero. O objetivo do exame é detectar células cancerosas ou anormais. O Exame pode também identificar condições não cancerosas como infecção ou inflamação. O nome do teste refere-se ao nome do seu criador, o médico greco-americano George Papanicolaou
Com que freqüência deve ser feito o Papanicolau?
Toda mulher deve fazer o exame preventivo de câncer de colo do útero (Papanicolau) a partir da primeira relação sexual ou após os 18 anos. Este exame deve ser feito anualmente ou, com menor freqüência, a critério do médico.
Mulheres mais velhas normalmente deixam de fazer esse exame porque deixam de se consultar, ou mesmo por orientação do médico. A partir dos 65 anos, as mulheres que tiveram exames normais nos últimos 10 anos devem conversar com seu médico sobre a possibilidade de parar de realizar o exame regularmente.
Mulheres que realizaram histerectomia (cirurgia para retirada do útero) com a retirada do colo além do útero, não necessitam fazer o exame, a menos que a cirurgia tenha sido feita para o tratamento de câncer ou de lesão pré-maligna.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Vereadora Dalva Berto quer teste do coraçãozinho, em Valinhos para diagnóstico da Cardiopatia Congênita
A Vereadora Dalva Berto apresentou em dezembro de 2011, Projeto de Lei que determina a realização do Exame de Oximetria de Pulso em todos os recém-nascidos nas maternidades e hospitais de Valinhos.
Este exame torna possível o diagnóstico da Cardiopatia Congênita. Atualmente, somente 38% das crianças portadoras de cardiopatia congênita têm atendimento no Brasil. Muitas destas crianças não atendidas falecem, sem nem ao menos terem recebido um diagnóstico a tempo de poderem ser tratadas.
Com o Teste do Coraçãozinho mais crianças poderão ser tratadas, crescer e ter uma vida plena e feliz, como qualquer criança merece.
A Vereadora Dalva Berto já tinha apresentado o Projeto de Lei que insere no calendário oficial de Valinhos, o 12 de junho como Dia da Conscientização da Cardiopatia Congênita, que tem o objetivo de informar a respeito da doença, facilitando assim o seu diagnóstico. Leia mais no post anterior.
Dados: www.pequenoscoracoes.com.br
Este exame torna possível o diagnóstico da Cardiopatia Congênita. Atualmente, somente 38% das crianças portadoras de cardiopatia congênita têm atendimento no Brasil. Muitas destas crianças não atendidas falecem, sem nem ao menos terem recebido um diagnóstico a tempo de poderem ser tratadas.
Com o Teste do Coraçãozinho mais crianças poderão ser tratadas, crescer e ter uma vida plena e feliz, como qualquer criança merece.
A Vereadora Dalva Berto já tinha apresentado o Projeto de Lei que insere no calendário oficial de Valinhos, o 12 de junho como Dia da Conscientização da Cardiopatia Congênita, que tem o objetivo de informar a respeito da doença, facilitando assim o seu diagnóstico. Leia mais no post anterior.
Dados: www.pequenoscoracoes.com.br
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Vereadora Dalva Berto quer inserir o Dia da Cardiopatia Congênita no calendário oficial de Valinhos - saiba mais
A Vereadora Dalva Berto apresentou no dia 14 de dezembro de 2011, o Projeto de Lei, que cria e insere no calendário da cidade de Valinhos, o Dia da Conscientização da Cardiopatia Congênita, a ser comemorado, anualmente, no dia 12 de junho.
Para quem não sabe, a Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca, mesmo que descoberto no nascimento ou anos mais tarde.
É o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionadas a malformações congênitas.
Nascem no Brasil aproximadamente 23 mil crianças com problemas cardiacos por ano, ou seja, a cada 100 bebês nascidos vivos 1 é cardiopata.
Desses 23 mil cardiopatas que nascem anualmente, pelo menos 80% necessitarão de uma cirurgia cardíaca, mas infelizmente cerca de 13 mil nao recebem o tratamento*, principalmente por falta de diagnostico ou vagas na rede publica.
A mortalidade decorrente das cardiopatias congênitas seria drasticamente reduzida se todos os cuidados pré e pós natais fossem devidamente instituídos.
A incidência de cardiopatia congênita é 8 vezes maior do que a Síndrome de Down.
Sintomas:
Em bebês:
Pontas dos dedos ou os lábios roxos;
Transpiraçao excessiva e cansaço durante as mamadas;
Respiração acelerada enquanto descansa;
Pouco apetite associado a baixo ganho de peso;
Irritação frequente, sem consolo;
Em crianças:
Cansaço em atividades físicas e dificuldade em acompanhar o ritmo dos amigos;
Não cresce e nao ganha peso de forma adequada;
Infecções respiratórias com frequência;
Lábios roxos e a pele mais pálida quando brinca muito;
Coração com ritmo acelerado (taquicardia).
Como diagnosticar
As cardiopatias congênitas podem ser descobertas ainda na gestação, a partir do segundo trimestre de gravidez. Ao realizar o ultrassom morfológico de segundo trimestre, o médico ultrassonografista deve olhar o coração do bebê. Se algo estiver diferente ele deve solicitar uma ECOCARDIOGRAFIA FETAL.
Neste exame um especialista fará um ultrassom específico do coração do feto e dirá se o bebê precisa do acompanhamento de um cardiologista. A ecocardiogragia é também necessária quando as gestantes:
- tem mais de 35 anos de idade.
- já tiveram filhos ou outros familiares com cardiopatia congênita.
- têm diabetes ou lúpus;
- tiveram doenças como toxoplasmose ou rubéola durante a gestação;
- estão esperando gêmeos ou múltiplos;
- apresentaram alteração nos exames de translucência nucal (ultrassom de 12 semanas), de cariótipo ou foi detectada qualquer anormalidade em outro órgão do bebê.
O diagnóstico precoce pode salvar a vida da criança, principalmente em cardiopatias mais graves, quando o parto deve ser planejado e a criança precisa ser operada nos primeiros dias de vida.
Caso o diagnóstico não tenha sido feito na gestação é essencial que o pediatra que acompanha o recém-nascido e a família fiquem atentos e procurem um cardiologista pediátrico caso percebam sintomas ou haja alteração na asculta do coração. Somente o cardiologista poderá dizer exatamente quais cuidados são necessários e como deverá ser o tratamento.
*dados do 38º Congresso Brasileiro de Cardiologia, 2011
Fonte: site Pequenos Corações – www.pequenoscoracoes.com.br
Para quem não sabe, a Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca, mesmo que descoberto no nascimento ou anos mais tarde.
É o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionadas a malformações congênitas.
Nascem no Brasil aproximadamente 23 mil crianças com problemas cardiacos por ano, ou seja, a cada 100 bebês nascidos vivos 1 é cardiopata.
Desses 23 mil cardiopatas que nascem anualmente, pelo menos 80% necessitarão de uma cirurgia cardíaca, mas infelizmente cerca de 13 mil nao recebem o tratamento*, principalmente por falta de diagnostico ou vagas na rede publica.
A mortalidade decorrente das cardiopatias congênitas seria drasticamente reduzida se todos os cuidados pré e pós natais fossem devidamente instituídos.
A incidência de cardiopatia congênita é 8 vezes maior do que a Síndrome de Down.
Sintomas:
Em bebês:
Pontas dos dedos ou os lábios roxos;
Transpiraçao excessiva e cansaço durante as mamadas;
Respiração acelerada enquanto descansa;
Pouco apetite associado a baixo ganho de peso;
Irritação frequente, sem consolo;
Em crianças:
Cansaço em atividades físicas e dificuldade em acompanhar o ritmo dos amigos;
Não cresce e nao ganha peso de forma adequada;
Infecções respiratórias com frequência;
Lábios roxos e a pele mais pálida quando brinca muito;
Coração com ritmo acelerado (taquicardia).
Como diagnosticar
As cardiopatias congênitas podem ser descobertas ainda na gestação, a partir do segundo trimestre de gravidez. Ao realizar o ultrassom morfológico de segundo trimestre, o médico ultrassonografista deve olhar o coração do bebê. Se algo estiver diferente ele deve solicitar uma ECOCARDIOGRAFIA FETAL.
Neste exame um especialista fará um ultrassom específico do coração do feto e dirá se o bebê precisa do acompanhamento de um cardiologista. A ecocardiogragia é também necessária quando as gestantes:
- tem mais de 35 anos de idade.
- já tiveram filhos ou outros familiares com cardiopatia congênita.
- têm diabetes ou lúpus;
- tiveram doenças como toxoplasmose ou rubéola durante a gestação;
- estão esperando gêmeos ou múltiplos;
- apresentaram alteração nos exames de translucência nucal (ultrassom de 12 semanas), de cariótipo ou foi detectada qualquer anormalidade em outro órgão do bebê.
O diagnóstico precoce pode salvar a vida da criança, principalmente em cardiopatias mais graves, quando o parto deve ser planejado e a criança precisa ser operada nos primeiros dias de vida.
Caso o diagnóstico não tenha sido feito na gestação é essencial que o pediatra que acompanha o recém-nascido e a família fiquem atentos e procurem um cardiologista pediátrico caso percebam sintomas ou haja alteração na asculta do coração. Somente o cardiologista poderá dizer exatamente quais cuidados são necessários e como deverá ser o tratamento.
*dados do 38º Congresso Brasileiro de Cardiologia, 2011
Fonte: site Pequenos Corações – www.pequenoscoracoes.com.br
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Inscrições para cursos de capacitação da Prefeitura estarão abertas entre 6 e 10 de fevereiro
O Fundo Social de Solidariedade de Valinhos estará com inscrições abertas de 6 a 10 de fevereiro para mais de 370 vagas em diversos cursos gratuitos.
A ação faz parte do projeto de capacitação profissional e geração de renda e emprego do órgão que desde 2005, já formou mais de 5 mil pessoas em 900 cursos.
As vagas são destinadas apenas aos moradores de Valinhos e para maiores informações sobre os cursos, ligue: 3871-2988 e 3849-4000.
A ação faz parte do projeto de capacitação profissional e geração de renda e emprego do órgão que desde 2005, já formou mais de 5 mil pessoas em 900 cursos.
As vagas são destinadas apenas aos moradores de Valinhos e para maiores informações sobre os cursos, ligue: 3871-2988 e 3849-4000.
Inscrições para bolsa de estudos da Prefeitura vão até o dia 31
Estão abertas até o dia 31 de janeiro as inscrições para o Programa Municipal de Bolsas de Estudos da Prefeitura de Valinhos.
Os candidatos devem preencher o formulário no site da Prefeitura: www.valinhos.sp.gov.br.
As bolsas de estudos podem ser concedidas para estudantes carentes socioeconomicamente residentes em Valinhos. São válidas para todo o ano letivo e concedidas pela prefeitura.
O valor da bolsa, será preferencialmente de 50% do valor da anuidade do curso, podendo entretanto chegar a 100% do valor. Maiores informações pelo telefone: 3871-2324
Os candidatos devem preencher o formulário no site da Prefeitura: www.valinhos.sp.gov.br.
As bolsas de estudos podem ser concedidas para estudantes carentes socioeconomicamente residentes em Valinhos. São válidas para todo o ano letivo e concedidas pela prefeitura.
O valor da bolsa, será preferencialmente de 50% do valor da anuidade do curso, podendo entretanto chegar a 100% do valor. Maiores informações pelo telefone: 3871-2324
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Vereadora Dalva prestigiou abertura da Festa do Figo de Valinhos
No último sábado, dia 14 de janeiro, foi aberta a 63ª edição da Festa do Figo de valinhos, o evento mais tradicional e importante do calendário cultural de Valinhos.
A Vereadora Dalva Berto, mais uma vez esteve presente na abertura da festa, prestigiando expositores e produtores da nossa cidade.



Conheça um pouco da história da Festa do Figo de Valinhos:
Trazido da Itália pelas mãos do imigrante italiano Lino Busatto, o figo chegou a Valinhos em 1901. Na década de 1910, a fruta já era produzida em grande escala tornando a cidade conhecida nacionalmente como a capital do Figo Roxo.
Em 1939, a fruta ganhou mais notoriedade com a nomeação de Monsenhor Bruno Nardini como vigário da Paróquia de São Sebastião. Foi ele quem deu início a uma campanha para a construção da nova Matriz de São Sebastião, unindo os chacareiros e a comunidade para a criação de uma pequena quermesse, visando a arrecadação de fundos para a obra e ajudar os chacareiros na comercialização de seus frutos.
Dez anos depois, em 1949, a pequena quermesse foi oficializada como a 1ª Festa do Figo pela Secretaria de Agricultura. Em 1995 a Expogoiaba foi incorporada à Festa do Figo, em função do crescimento da produção do fruto na cidade. Hoje a festa é o principal evento turístico de Valinhos, reconhecida em vários estados brasileiros.
A Vereadora Dalva Berto, mais uma vez esteve presente na abertura da festa, prestigiando expositores e produtores da nossa cidade.
Conheça um pouco da história da Festa do Figo de Valinhos:
Trazido da Itália pelas mãos do imigrante italiano Lino Busatto, o figo chegou a Valinhos em 1901. Na década de 1910, a fruta já era produzida em grande escala tornando a cidade conhecida nacionalmente como a capital do Figo Roxo.
Em 1939, a fruta ganhou mais notoriedade com a nomeação de Monsenhor Bruno Nardini como vigário da Paróquia de São Sebastião. Foi ele quem deu início a uma campanha para a construção da nova Matriz de São Sebastião, unindo os chacareiros e a comunidade para a criação de uma pequena quermesse, visando a arrecadação de fundos para a obra e ajudar os chacareiros na comercialização de seus frutos.
Dez anos depois, em 1949, a pequena quermesse foi oficializada como a 1ª Festa do Figo pela Secretaria de Agricultura. Em 1995 a Expogoiaba foi incorporada à Festa do Figo, em função do crescimento da produção do fruto na cidade. Hoje a festa é o principal evento turístico de Valinhos, reconhecida em vários estados brasileiros.
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